O trabalho digno na modificação dos recursos naturais em bens de utilidade, para os homens, é o melhor instrumento para o homem melhorar a sua qualidade espiritual.
Os ganhos materiais que, normalmente, o homem recebe pelo seu trabalho é o meio pelo qual ele cuida de renovar as suas energias físicas, importante providência para que ele possa prosseguir com o seu trabalho.
Esta convenção está creditada à evolução do ser humano regulando os interesses.
A isto chamamos de relação multiplicadora do Capital e do Trabalho.
Na verdade, o atual estágio da evolução espiritual do homem, tem viciado esta relação fazendo com que alguns, que se julgam mais poderosos, se aproveitem para fazer valer as suas diretrizes.
Aliás, ao longo da história do homem, neste mundo, temos visto o triunfo parcial desta classe.
Não há nenhum mal que perdure indefinidamente, e, este que por vontade divina é vencido aos poucos, com certeza, algum dia terminará.
A natureza humana não permite que homem seja agente passivo, constituindo-se esta expressão da sua personalidade em mola propulsora do seu progresso, tanto físico quanto espiritual.
Por isso, ao se mostrar, durante as relações humanas, reivindicativo, critico e cada vez mais dentro da legalidade, ele estará contribuindo para que o equilíbrio fique cada vez menos distante.
Este tipo de ação justa, no entanto, para que não seja agente, simplesmente, de mudança da origem das diretrizes, tem que ser, efetivamente, baseadas na lei do amor.
Quando o homem ama ele é, automaticamente, um agente do bem.
Amiúde temos visto muita propaganda dos que fazem o mal, os jornais, as emissoras de rádio e de televisão cuidam para que isto aconteça.
As mensagens de irmãos do mundo espiritual, no entanto, têm nos confortados com noticias de que o nosso Mundo de Expiações e de Provas, rapidamente, se aproxima do momento de modificar-se em Mundo de Regeneração.
Os ensinamentos de JESUS DE NAZARÉ são as diretrizes que devemos incentivar em nós mesmos para avivar o amor com o qual fomos criados.
Trabalhando pensando mais naquilo que poderemos levar para o mundo espiritual, sem abrir mão dos nossos direitos do mundo físico, acompanhados do amor, que contribui para o progresso das relações humanas, estaremos servindo os desígnios de DEUS.







