quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Mediunidade é amor


A Mediunidade não é uma facilitação para os Médiuns.
Longe disso.
É, com certeza, um fator complicador para os missionários viverem num mundo de Provas e Expiação.
Sabemos pela simples observação que, em virtude da grande necessidade de aprendizado na direção da moralidade, todos os espíritos encarnados lutam pela sobrevivência, submetidos a quase que insuperáveis tentações.
Assim, vemos os que nascem com algum dom, colocá-lo a serviço da luta pelo pão e outros bens materiais.
Desenvolvem técnica apurada visando os ganhos e, com isso, são alvos da disputa que representam os anseios dos detentores de outros dons.
Estabelece-se o atrito de interesses, despertando em uns e em outros o instinto da sobrevivência, entendida como tal, o que se convenciona hoje como o modelo ideal do sucesso, a posse de bens.
Tanto mais especiais os dons mais sucesso o homem consegue.
Torna-se difícil para qualquer um renunciar à possibilidade de capitalização, agravada pela pouca utilidade que muitos dão à riqueza que possuem.
Ora, os Médiuns, os mais ostensivos, bafejados pela facilidade com o intercâmbio com o mundo dos Espíritos, cujo interesse é trabalharem em benefício da humanidade, são alvos de constantes tentações e, bem poucos conseguem não se envolverem.
Sucumbem mediante a possibilidade do ganho e pior, abrem as portas da ganância e se entregam à vida fácil que acaba desembocando num mar de lamentações, com ranger de dentes que se constituem em expiações extremamente dolorosas.
No século 21, como em nenhum momento da humanidade, é necessário que não se desvincule o Médium do Homem que deve progredir espiritualmente, pois que missionários, são responsáveis por importante progresso do mundo.
É bom que se diga que não se exige de nenhum deles que vivam em mosteiros, mas que se exponham e façam, através da renúncia possível, o bem triunfar.
A receita para que isto seja uma realidade está no coração de cada um, longe da possibilidade de outros manusearem, pois se constitui em força intransferível e inesgotável, e se chama AMOR.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Quem será por nós


Quem será por nós.

Este é o lamento da grande maioria da humanidade na sua versão de pobreza e de ignorância.

Os senhores que comandam a distribuição dos bens da terra dizem:

É preciso dar a eles trabalho para que façam jus ao pão.

Com certeza é isto mesmo que é preciso fazer.

Porém, não se pode olvidar que, na ignorância de suas próprias necessidades, grande parte dos seres humanos que habitam este planeta, precisa que lhe ensinem a maneira de atingir o estágio de poderem trabalhar.

Esta maioria ainda está mais próxima dos instintos do que os pensantes deste mundo conseguem avaliar.

Para estes ignorantes, não por faltarem neles a inteligência, mas o desconhecimento, a preocupação está em satisfazer os seus instintos atendendo os seus reclamos mais imediatos do que atinam com a necessidade de construir algo mais duradouro.

Culpados somos todos nós cujas atitudes no mundo, marcadas pelo egoísmo que busca atingir o bem estar, a todo preço, esquecemos de determos a nossa marcha para dar uma mão aos outros menos favorecidos pela sorte.

Ninguém com capacidade de avaliação está fora desta verdade.

No nosso próprio país, cujas expressões de violências saltam os muros de nossas casas, já entramos na rota de colisão com a realidade. Ou conseguimos interferir na marcha da ignorância, que premia as satisfações dos instintos, ou, então, teremos que enfrentar uma luta armada com os desesperados.

Segundo o professor universitário, Cláudio Lembo, quando governador do nosso Estado de São Paulo, em um programa de televisão: “é preciso que nossas autoridades achem um meio de educar, alimentar e dar saúde aos excluídos ou então eles próprios com suas mãos irão exigir de todos nós esta postura”.

A escolha é clara: ou justiça social ou a revolução social armada!

A grande capacidade das classes dominantes em ludibriar a história está se esgotando.

Paulo Apóstolo esclarece que:
“O estado divinal da Humanidade será alcançado quando reinar a Justiça, o amor e a ciência e estejam esquecidas a ignorância, o ódio e a injustiça.”

Para todos nós o estado divinal da humanidade será alcançado quando o homem conseguir: trabalho digno, comida, vestimenta, casa, saúde e lazer, no mínimo.

Se quisermos viver em paz, então, precisamos colocar mãos à obra e começar o grande trabalho de auxílio, não paternal, mas de grande modificação do estado de ignorância, através da multiplicação do ensino e das oportunidades.

É utópico pensarmos desta maneira?

Não é se considerarmos todos os homens passíveis de progresso, tanto no seu desempenho cientifico, como no espiritual.

E é, exatamente, esta a grande meta a ser alcançada.

Pois, ou saímos todos deste grande caldeirão para a vida de paz, ou faremos, todos, partes da sopa explosiva das necessidades não atendidas.

Faça a sua parte. Convide o seu amigo a fazer a dele, também.







sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O Rugido da Democracia

Costumeiro dizerem que o Povo não tem memória e que, na política então, sequer se lembra em quais candidatos votou, um dia após as eleições.
Desatenciosos, não perceberam, ainda, que os tempos mudaram.
Já lá se vai o tempo do cabresto, que impunha ao Povo o caminho dos currais eleitorais.
Não se elege mais os sem propostas. Propostas entendidas como reais possibilidades de fomentar o crescimento da cidade do estado e do país.
Aqui em Araras, em demonstração espetacular, confirma-se o que afirmamos.
O povo como que uma onda passou por cima das propostas sem conteúdo e fez valer a sua vontade.
E, olha que não faltaram manobras executadas nas sombras de anseios menores que, a todo o momento eram lançadas em propaganda massificada imitando os modelos que levaram o mundo à segunda guerra mundial.
Ao contrário dos que queriam a maligna perpetuação no poder, resplandeceu a vontade da mudança, de novos ares, de novas inteligências, de novas propostas, mais condizentes com o momento da globalização, com suas complicações que exigem esforços em novas direções, preparando, em primeiro lugar o conhecimento do homem, para de imediato esse mesmo homem, somados esforços, preparar o futuro do lugar onde escolheu para viver.
Nem mesmo a tentativa do último golpe, desferido traiçoeiramente, visando decapitar a cabeça do bem, surtiu efeito.
A reação foi sensacional, A DEMOCRACIA RUGIU, e RUGIU ALTO, a cidade sacudiu a poeira da incompetência e numa carreata como nunca vista em nossa terra, por todos os cantos espalhou o grito da esperança e da luz, expressando a vontade do povo para que não pairasse nenhuma dúvida na grande vitória conquistada por Pedrinho Eliseu Filho, elegendo-se o NOVO PREFEITO DE NOSSA CIDADE.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Conhecimentos


“OS MILAGRES NÃO ACONTECEM EM CONTRADIÇÃO COM A NATUREZA, MAS APENAS EM CONTRADIÇÃO COM O QUE CONHECEMOS DA NATUREZA”.
(SANTO AGOSTINHO)

Todos nós, de uma maneira ou de outra, todos os dias, esperamos algum milagre, mesmo acreditando que ele dificilmente venha a ocorrer, ou porque não nos achamos merecedores, ou porque, cépticos, julgamos que o sobrenatural não se cristaliza no nosso mundo físico.

Nem de longe, a grande maioria desconfia de que a própria existência de cada um, já é um milagre da misericórdia Divina, cuja Lei nos faz renascermos e renascermos para abreviarmos o nosso reencontro com o Criador.

Na medida em que a nossa iluminação, pelos acréscimos de sabedoria, nos coloca mais perto de DEUS, mais e mais os conhecimentos das Leis que regem o Universo nos serão reveladas nas suas intimidades e ai então, os milagres que esperamos dia a dia se revelarão, diante de nós como acontecimentos comuns que, hoje, devido à nossa sabedoria incipiente, julgamos fatos sobrenaturais.

Aproveitemos, então, a nossa atual encarnação para adquirirmos conhecimentos.


Estenda suas mãos


Não queira saber do volume do trabalho que lhe espera.

Enfrente com coragem os seus afazeres e não dispense o concurso daqueles que se disponham a ajuda-lo.

Na vida nada construímos sozinhos, pois a Lei Divina da Evolução não pode prescindir de nenhuma ovelha do Senhor.

É com o esforço de todos que a evolução da humanidade se consolida.

A soma do trabalho de todos dividida por cada um, é que afere a qualidade do espírito do homem.

O valor da obra de cada um, portanto, só será reconhecida como um bem, quando nela estiver incluida a colaboração para que o meio, também, tenha sido beneficiado.

Assim, é fácil de reconhecer que o desencumbir de suas tarefas não é suficiente para garantir o seu progresso espiritual, é preciso um esforço a mais.

Por isso se tens onde trabalhar agradeça ao Senhor pela oportunidade e lembre-se, ninguém pode viver as vidas que lhe servem para o seu adiantamento, sem que precise estender as suas mãos aos seus irmãos.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Capítulo VIII - Emancipação da Alma

Chegam até nós noticias sobre a alma penada, a alma de luz.
Mostrando que a alma, tanto encarnada como desencarnada, tem uma atuação que para muitos é inexplicável...
Dizem os espíritos que trataram do assunto que, os espíritos encarnados, as almas, almejam verem-se livres do material grosseiro, do qual é constituída a matéria do nosso corpo. Dizem mais, que quanto mais grosseiro for a matéria do corpo, mais a alma quer ver-se longe dele.
Todos nós após um esforço de natureza física ou de natureza intelectual, ou seja, no final de um dia de trabalho, precisamos parar para descansar, para recuperarmos as nossas energias.
A alma não. Enquanto o corpo repousa o espírito, aproveitando o relaxamento e ser desnecessária a sua presença, sai para entrelaçamento com outros espíritos, encarnados ou desencarnados e, na maioria das vezes, trabalha revendo as diretrizes para a sua atual encarnação.
Dessa aventura, não raro, tomamos conhecimento lembrando-nos dos nossos sonhos. Fora do corpo, lembramo-nos do passado e algumas vezes chegamos a prever o futuro.
“Tive um sonho extravagante, um sonho horrível, mas absolutamente inverossímil”.
Engano vosso. É uma recordação dos lugares que vistes ou que verás em outra existência. O espírito liberto do corpo aproveita para investigar o passado e o futuro.
Por isso estamos sempre nos perguntando, sem conhecermos as respostas: Que fazemos quando estamos dormindo? Que são os sonhos?
O sono liberta a alma parcialmente do corpo. Tiveram sonos inteligentes os espíritos que, enquanto o corpo descansa, vai para junto dos espíritos superiores. Com estes viajam, conversam e se instruem. Trabalham mesmo em obras que se lhes deparam concluídas, quando volvem, morrendo na terra, ao mundo espiritual.
Esta circunstância é de molde a vos ensinar que não devemos temer a morte, pois todos os dias morreis, como disse um santo.
Os espíritos que durante o sono procuram encontrar-se com espíritos inferiores (ignorantes), viajando para mundo inferiores, comparados à terra, onde os chamam velhas afeições, ou vão em busca de gozos baixos, às vezes mais dos que aqui tanto se deleitam. Vão beber doutrinas mais vis, mais ignóbeis, mais funestas do que as que professam entre nós
Fato 1 - É que o homem fica ligado ao coração daqueles com os quais passou um bom número de horas.
Fato 2 – O Sono foi a porta que Deus abriu para os espíritos irem ter com os seus irmãos no “Céu”; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.
Porque não nos lembramos dos sonhos?
O que se deve pensar das significações atribuídas aos sonhos?
Sonhar com lingüiça necessariamente não quer dizer que vai dar cobra no jogo do bicho. Pressentimos o futuro, permitido por Deus. Alguma visão de algum fato que ocorre em outro lugar a que a alma se transporta. Estas aparições são os espíritos ou almas de tais pessoas a se comunicarem com entes caros.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Os ensinamentos de Jesus


Jesus entregara-se ao seu destino.

Como Salvador do mundo era preciso que, ainda mais, o seu testemunho fosse espetacular.

Até ali, como trabalho de formiga, o Mestre havia aqui e ali ensinado a boa nova aos homens.

Estes mesmos homens, que culpados e se sentindo ameaçados pela presença exuberante de Jesus, cuidavam para tirá-lo de cena, para fazer valer os seus valores falsos, alicerçados no egoísmo.

Entretanto, como ele mesmo dissera o seu reino não era deste mundo.

Mostrando que o seu reinado era muito maior, prevalecia por todo o Universo.

A sua vida era missionária, e tratava de apressar o progresso da humanidade, para que ela tivesse meios morais de acompanhar o progresso científico do planeta.

A partir de sua vinda, então, a terra entrou em ebulição, eclodindo em todos os seus quadrantes o progresso do homem.

Graças à vinda de Jesus o homem, apesar de se pensar ao contrário, pôde começar a fazer a parte que lhe cabe na emancipação do planeta, que caminha em direção à transformação de sua categoria, para um mundo melhor, sem tantos sofrimentos.

Isto é uma realidade.

Portanto, apesar do progresso não ter atingido, ainda, o nível de um mundo mais harmonioso, é obvio que a humanidade progrediu.

Assim, é uma questão de tempo, entendido como tal o desenrolar da vida no Universo, cujo lapso tem a grandiosidade do próprio Universo, para alcançarmos o objetivo traçado pelo nosso criador.

Na verdade a vida e morte de Jesus Cristo foram espetaculares e era necessário que assim fossem para poderem repercutir favoravelmente ao homem, por tanto tempo.

O legado de Jesus, segundo nosso entendimento, não corre o risco de perder a sua validade, pois nele encontramos o mapa seguro que há de guiar os passos do espírito do homem até as culminâncias da angelitude.

Por isso, nesta semana santa, o que se pede de cada ser é um exame de consciência, no sentido de se descobrir o que fez e o que tem que ser feito, por cada um, para colaborar no crescimento do mundo.

Nenhuma das unidades que compõe a humanidade, sabemos, há de crescer sozinha. Vai precisar, com toda a certeza, do esforço de todos, para que o nosso viver seja, cada vez mais, um viver de felicidade.

Cabe ao nosso esforço pessoal poder participar da Ressurreição de Jesus.

Faça o seu esforço e tenha uma boa Páscoa.