sábado, 25 de agosto de 2007

Controle da natalidade



O controle da natalidade é um assunto polêmico.

No entanto a discussão sobre o assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos que se dispõe a emitir opinião sobre ele.

Mais das vezes pessoas, casais e grupos, ao discuti-lo, colocam à frente os seus anseios, aquilo que para eles seria interessante.

Assim é que, as políticas sociais dos governos, pelo aspecto esclarecimento, deixam a desejar.

Combatem se é que podemos falar assim, os efeitos ao invés de tratar das causas.

A ligadura, vasectomia, camisinha são as brilhantes soluções apresentadas pelos governos para um problema, que resvala pela liberação sexual desregrada.

Não que estes métodos não tenham valor, mas se esquecem do valor do ser humano e da sua necessidade de contribuição para o avanço do respeito que a humanidade precisa ter com as coisas naturais.

Liberam por liberar, incentivando, via salve se quem puder o retorno aos costumes animais.

Não somos contra nada que permita ao ser humano se planejar, porém, temos a certeza que todos aqueles que usam as brilhantes soluções apresentadas pelas políticas sociais de controle da natalidade, a grande maioria, dá vazão à sexualidade desenfreada, enlameando a relação afetiva entre o homem e a mulher.

Todos têm o direito ao prazer, mas mesmo o prazer do sexo tem que estar dentro dos limites que não o transforme em “carne de vaca”, impedindo que se conheça com quem, ontem, estivemos na cama.

Por isso, a campanha para o controle da natalidade tem que vir acrescida da preocupação de informar o homem e a mulher, da necessidade de motivo relevante para o uso dos dispositivos e não, pura e simplesmente fazer a apologia do sexo inconseqüente.

Cada um com o que vai pela sua cabeça.

Cada cabeça com o que aprendeu de moral, sério e gostoso.

Controle da natalidade


O controle da natalidade é um assunto polêmico.

No entanto a discussão sobre o assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos que se dispõe a emitir opinião sobre ele.

Mais das vezes pessoas, casais e grupos, ao discuti-lo, colocam à frente os seus anseios, aquilo que para eles seria interessante.

Assim é que, as políticas sociais dos governos, pelo aspecto esclarecimento, deixam a desejar.

Combatem se é que podemos falar assim, os efeitos ao invés de tratar das causas.

A ligadura, vasectomia, camisinha são as brilhantes soluções apresentadas pelos governos para um problema, que resvala pela liberação sexual desregrada.

Não que estes métodos não tenham valor, mas se esquecem do valor do ser humano e da sua necessidade de contribuição para o avanço do respeito que a humanidade precisa ter com as coisas naturais.

Liberam por liberar, incentivando, via salve se quem puder o retorno aos costumes animais.

Não somos contra nada que permita ao ser humano se planejar, porém, temos a certeza que todos aqueles que usam as brilhantes soluções apresentadas pelas políticas sociais de controle da natalidade, a grande maioria, dá vazão à sexualidade desenfreada, enlameando a relação afetiva entre o homem e a mulher.

Todos têm o direito ao prazer, mas mesmo o prazer do sexo tem que estar dentro dos limites que não o transforme em “carne de vaca”, impedindo que se conheça com quem, ontem, estivemos na cama.

Por isso, a campanha para o controle da natalidade tem que vir acrescida da preocupação de informar o homem e a mulher, da necessidade de motivo relevante para o uso dos dispositivos e não, pura e simplesmente fazer a apologia do sexo inconseqüente.

Cada um com o que vai pela sua cabeça.

Cada cabeça com o que aprendeu de moral, sério e gostoso.



segunda-feira, 20 de agosto de 2007

A ficção é uma realidade


A ficção, como só é acontecer sempre, vira realidade.

A vez agora é da pulseira ou tornozeleira que permite o monitoramento eletrônico dos presos.

Com isso, segundo a opinião de muitos, vai diminuir a população carcerária.

Pode ser.

No entanto, o beneficio desta verdadeira coleira deverá ser muito mais profunda que apenas essa possibilidade.

Os condenados à cadeia, enquanto durar o prazo de detenção, seja lá quais sejam os crimes praticados, não terão direito a – entre aspas – esta benfeitoria.

Terão direito a isto, os presos que passam a cumprir prisão vigiada. Aqueles que trabalham durante o dia e à noite são obrigados a dormir na cadeia.

Outros que deverão usar esta grande sacada da autoridade policial, são aqueles que passam a ter prisão domiciliar ou até aqueles que estão em liberdade condicional.

A grande vantagem é que o apetrecho, permite que o condenado em liberdade vigiada possa usá-lo sem que ele seja percebido pelas pessoas, pois que na sua versão tornozeleira ficará escondido pela perna da calça do individuo.

A localização, basicamente, é feita via satélite, e tem a sua eficácia mais que provada e já usada, por exemplo, na localização de automóveis roubados.

Mas, segundo a nossa opinião, aqueles acusados que respondem pelos seus atos em liberdade, deveriam ser obrigados a usar este dispositivo de localização.

Pelo menos assim muitos acusados não pegariam aviões que os levariam a responder pelos seus atos de uma praia lá pelas bandas do Caribe.

Sem sombra de dúvida, qualquer que seja a sua utilização é um avanço da justiça em direção a coibir crimes.

Por isso, a discussão entre advogados com uns a favor e outros contra, não tem a sua razão de ser, pois já é hora de começarmos a fazer com que o avanço científico ajude no combate à criminalidade.

Acreditamos que isso é um começo de uma reação da sociedade, via justiça, em direção ao endurecimento no trato com os bandidos que hoje fazem tudo como bem querem, infernizando a vida da população.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O aniversário




É gozado como as coisas de hoje são diversificadas.

Uma das coisas mais votadas, com certeza, é o tal de karaokê.

O aniversário comemorado com um saboroso churrasco corria célere com os rapazes e moças se revezando ao microfone. Cada um escolhia a música de sua predileção e acompanhando a facilitação no monitor, vivia o seu momento de Zé Ramalho ou de Ivete Sangalo.

Eram um primor as interpretações.

Os pontos conseguidos eram perto de 100.

De interpretação para interpretação a qualidade aumentava.

Perto dali o churrasqueiro inventava novas maneiras de assar as carnes. Imaginem que até panceta temperada no álcool a criatividade do homem nos ofereceu.

No outro lado, no campo de futebol social, a molecada judiava de uma bola. Os bicões contrastavam com a satisfação dos participantes do futebol que estava longe do jogo que estamos acostumados a ver pela televisão.

Na piscina os cuidados se multiplicavam com os pais e mães cuidando para que seus filhos, ainda pequenos, não corressem perigo de se afogarem.

Além disso, abandonados e espalhados por toda a área onde se desenvolvia a festa, os brinquedos, presentes ganhos pela aniversariante aguardavam, com paciência invejável a volta da meninada para ganharem vida outra vez.

Sentados com o refrigerante à nossa frente eu e minha irmã, sem obrigação de olhar a criançada, comentamos:

No nosso tempo não tínhamos nada disso à nossa disposição.

Era a boneca de pano ou a bola de borracha, quando algum vizinho nos presenteava, além é claro do bolo colorido, fortemente, com a anilina azul escuro.

Comparado com as disponibilidades de hoje os nossos aniversários, quando lembrados, eram muito pobres.

O engraçado, no entanto, era a nossa imaginação de crianças encher de expectativas os dias de nossos aniversários. Parece-nos que o valor da data, naquele tempo, tinha uma cotação mais importante do que hoje se da a este dia, apesar de toda a parafernália colocada à disposição das crianças.

Apesar disso uma ponta de inveja surgiu nos nossos olhares, meu e de minha irmã, e desejamos que aquela festa fosse a comemoração de nossos aniversários.

Voltar no tempo é impossível.

Mas desejar não. Por isso, eu desejo uma festa de aniversário para a minha irmã.

sábado, 11 de agosto de 2007

Aqueles olhos azuis



Numa manhã ensolarada ele partiu.
A morte venceu graças a teimosia dele em sair da vida.
Perdera a companheira que amou com insuspeita intensidade e perdeu, também, a razão de viver.
Mesmo assim, viveu 84 anos. Poderia ter chegado ao centenário, ou mais.
Perdemos eu e meus irmãos um homem em quem podíamos confiar.
Hoje analisando a sua trajetória, chegamos à conclusão de que ele veio ao mundo para servir.
O destino quis que, mesmo vindo para servir, as suas vivências fossem sofridas. Atormentou-o sobremaneira, até a sua morte, o defeito físico.
Era, por isso, um coração triste, mas sempre alerta para as necessidades da família e de seus amigos, aos quais dedicou incrível devoção.
Lembro-me que, pequeno, tinha respeito e medo do seu rigor, mas confortava-me saber que sempre que precisava ele comparecia, ao seu modo, mas sempre comparecia.
Na meninice minha e dos meus irmãos, atravessada com dificuldades que uma família com 8 filhos enfrenta, sem TV e outros eletrônicos, brincávamos com todos os meninos da nossa rua e adjacências. Meninos de variados costumes. Uns bons, outros maus. A disciplina que meu pai impunha, com certeza, norteou todos nós para uma vida adulta, graças a Deus, de homens úteis.
Ele era bravo e minha mãe, enquanto viveu, tranqüila e envolvente, com a mão no leme, fez a vida dos dois navegar por mares, às vezes bravios, na direção da paz.
Creio até, que sem ela para medir as suas ações, ele tenha se sentido perdido, nesta vida difícil cheia de confrontos.
Meu pai era um homem de alma pura, cuja palavra valia mais que qualquer contrato assinado.
Já adulto consegui os melhores momentos de papos com ele.
Gostava do São Paulo e do Comercial e seu paladar apurado não dispensava o arroz que minha mãe, com tanto carinho, fazia para ele.
Dias após a sua morte, em reunião, todos nós tínhamos história de broncas dele para contar, mas todos os presentes, unanimemente, reconheceram o grande amor que ele nos dedicara e, que sempre representara a unidade familiar.
Poucos dias atrás, véspera dos dias dos pais, bateu em mim uma saudade imensa.
De todos os “pitos” e de todas as alegrias que remoeram-me por dentro, lembrei-me, aliás vi, claramente na minha frente, os seus lindos e expressivos olhos azuis.
Olhos azuis vivos, inteligentes e, principalmente, amorosos.
De todos os momentos de nossas vidas, do meu pai, da minha mãe e de meus irmãos, traduzidas por dias duros, de trabalho, de inseguranças, de decisões, caso fossem analisados separadamente e sem o critério da compreensão, poderiam ser momentos esquecidos.
Mas não, nossas vidas juntas valeram a pena. Meu pai bravo amou, nós seus filhos traquinas amamos e minha mãe tranqüila amou.
O amor sobrevive a tudo e a todos.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

A primeira pedra


Nem mesmo os mais otimistas poderiam imaginar tamanha resistência da parte do Senador Renan Calheiros.

Nunca um político teve tantas acusações graves como as que estão sendo as que o Senador está enfrentando.

Cremos que este espetáculo lamentável será uma constante na vida política do nosso país.

Os desdobramentos de cada um dos escândalos, no entanto, passaram a ser o próprio combustível dos próximos escândalos.

Na quarta-feira, dia 08/08/07, respondendo aos convites do líder dos Democratas, Agripino Maia, para que se afaste da presidência do Senado, o Senador Renan Calheiros devolveu ameaças, deixando transparecer que, também, tem acusações que poderão ser usadas contra os seus inimigos.

Na verdade, apesar de entristecer todos os brasileiros que se indignam com as descobertas das falcatruas, as crises acabam redirecionando o comportamento dos políticos brasileiros que já estão sentindo que a época da falta de justiça começou a acabar.

Sabemos, também, que o povo não está sendo pego de surpresa, pois estas acusações sempre foram motivos de desconfiança por parte de todos.

Com os sistemas de controles inaugurados com a modernidade da compilação de dados, usando a informática, e as necessidades que mais e mais exigem a qualificação e competência dos homens e das instituições, os reclamos sociais começaram a obrigar que se abram as caixas pretas e se mostrem tal como são, os negócios da Nação Brasileira, para que o mínimo de satisfação do povo seja atendido.

De nossa parte, se é que podemos, sugerimos que a atenção daqueles que defendem a Democracia fique aguçada, pois a possibilidade de se multiplicarem as crises pode levar a sanha dos totalitários se acender.

De outra parte, podemos comparar os acontecimentos no Senado Brasileiro ao caso da adúltera que estava para ser apedrejada e foi salva pelo mestre Jesus.

É o caso, então de algum Brasileiro destemido, bem lá do meio do plenário do Congresso Nacional, em bem alto e bom som, clame:

“Senhores Congressistas Brasileiros, quem dentre vós estiver sem pecado, que atire a primeira pedra”.

O resultado, acreditamos, seria incrível.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O egoísmo para o crescimento



Tenho um amigo que é bem enfronhado nas coisas de nossa cidade.

Atuante, a sua melhor contribuição para o meio em que vivemos é o seu destemor em levar para todos o conhecimento dos fatos. Não mede esforços para que isso aconteça e, por isso, posso dizer que conquistou o reconhecimento na sua profissão.

Não foi sempre assim.

Antes precisou, alegoricamente falando, empunhar o facão para desbravar a floresta para abrir a sua clareira.

Infelizmente, como tende a acontecer com todos neste planeta, no que conquistou o seu espaço, eis que surgiu nas suas atitudes, em cores mais carregadas os resquícios do egoísmo que todos nós levamos dentro de nós.

Teria sido falta de atenção de sua parte?

Acredito que não. Acho que o meio levou-o a ter este comportamento.

Aliás, o meio em que vivemos, com certeza, com suas tentações e armadilhas é o grande causador da aparição do egoísmo.

Isso acontece com todos os filhos de Deus.

Nuns aparece em pequenas quantidades e em outros em grandes bateladas.

No primeiro caso, o egoísmo costuma ferir os companheiros doloridamente.

No segundo caso, isto é, no caso de bateladas de egoísmo, machuca, mas também marca o autor e neste caso fica fácil ajudá-lo ou se não for possível, apartá-lo até que a vida o obrigue a se harmonizar novamente.

A verdade é que nesta vida todos nós temos de nos munir de muita paciência e compreensão para com os nossos amigos, assim como, também, devemos estar sempre torcendo para que os nossos amigos tenham conosco esta paciência e compreensão.

Pois verdadeiramente todos nós que estamos nesta aventura, neste planeta, somos de igual qualidade de progresso e, por isso, sujeitos a todos os defeitos, assim como, também, sujeitos a todas as virtudes que nele existe.

O certo é que a nossa transformação em bons ou maus, sob a batuta da necessidade do aprendizado, acaba direcionando todos nós para a progressão.

Fácil constatar esta verdade, principalmente se analisarmos, o próprio progresso do meio em que vivemos desde o nosso nascimento até agora, momento da nossa idade madura.

A realidade da progressão dos materiais promovida pela ciência, onde a necessidade que temos do concurso dos nossos pares para a sua utilização em prol de todos, exigem, que mais e mais cresça em nós o respeito para com os direitos de todos.

Por isso tudo, o fato deste meu amigo, ter mostrado o seu egoísmo, estou certo, contribuirá para, que outros tantos amigos, com as suas expressões egoísticas se misturem e se confrontem até que o entendimento calce neles as sandálias da humildade, representadas pela necessidade de que alguém tem que ceder para que o entendimento se faça e todos saiam do palco deste grande teatro que é o nosso mundo, acrescidos de muito mais experiências.

Se você teve ontem seus momentos de egoísmo, lembre-se que hoje os egoísmos de outros lhes serão contrários e os ferimentos que causarão estarão na ordem direta do tempo em que os envolvidos levarão para se entenderem.

Faça a sua parte em prol do entendimento e viva uma vida melhor.