quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Avisos do alto

O Rádio continua sendo o rei da comunicação e da prestação de serviços à população.

O seu estilo envolve as improvisações dos seus trabalhadores.

São locutores que levam as noticias para o ar, uns com voz bonita, outros com voz sem muito brilho e recebem o resultado do que fazem quase que imediatamente, pela participação dos ouvintes.

Estes, os ouvintes, não se limitam a concordar ou discordar das noticias e, muitas vezes, lançam no ar a interpretação que dão aos fatos.

A grande surpresa que causa este fato é, exatamente, que os comentaristas eventuais em que se transformam os ouvintes do rádio, coloquem criatividade e compreensão nas suas opiniões.

É claro que a nossa língua por ser difícil de ser falada corretamente, digamos, não é premiada nestes momentos, entretanto, no linguajar bem coloquial e costumeiro dos lugares, fazem as colocações bem claras e objetivas.

Isto da uma inequívoca certeza de que, apesar da falta de cultura, entendida como tal, o conhecimento de técnicas e os acontecimentos científicos, o povo nos parece, esta apressando mostrar a todos, principalmente, às elites dos negócios e da política, que cada vez mais ele entende o seu valor no contexto da convivência social a que todos estamos envolvidos, obrigados, e começa com inteligência e persistência a reclamar o direito que ele tem.

A ordem do período Medieval, infiltrada na nossa frágil Democracia que ainda é vigente, aos poucos, mesmo porque não há como impedir que aconteça, há de render-se à realidade da necessidade da convivência mais equânime.

Os bens escassos obrigam a sociedade aos estudos direcionados aos mais diversos caminhos e, cada vez mais, o povo ganha importância como variável imprescindível, tanto como concordante das soluções escolhidas, como, também, aquele que vai, de fato, seguindo o planejamento, tornar o caminho escolhido em uma realidade.

Assim, os anéis e os dedos estarão como nunca estiveram sob escolha.

O tempo que isso vai levar ninguém sabe, mas o caminho que vem sendo trilhado e que leva a sociedade a esta escolha é bem visível e, até mesmo, os escândalos que espocam aqui e ali, são como pequenos abalos sísmicos que prenunciam o grande terremoto da grande modificação social pela qual o planeta vai passar.

E não é à toa que os que se preocupam com o avanço da humanidade mandam, sempre que possível, os seus alertas.

Cabe ao homem, responsável e destinatário por tudo e de tudo, manter o ouvido aberto, porque é hora de ouvir e de agir.

Nossa contribuição neste sentido encontramos num parágrafo na folha 135 do Livro Após a Tempestade, de Joana de Angelis e do médium Divaldo Pereira Franco, onde a autora espiritual, clareia a nossa mente a respeito, escrevendo:

“Estes, afervorados ao ideal de servir, examinem as dores do próximo, suas necessidades imediatas, e, ao invés do simplismo da dádiva que libera da responsabilidade. A ação profunda, a realização social, que não apenas amenize o problema, agora, mas que, possivelmente, resolva a dificuldade, mediante os recursos que lhes oferecemos, para se libertarem a si mesmos”.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Uma grande piada

Com a interdição da cadeia de Araras, espero que definitivamente, como amostra, novamente, abriu-se a discussão sobre a penúria em que se acha o sistema carcerário brasileiro.
É certo que algum esforço tem sido feito e algumas (poucas) prisões federais de máxima segurança entraram em funcionamento.
Em nossa cidade este assunto tornou-se, para não dizer hilário, uma pedra no sapato da justiça.
Na verdade, esta mesma justiça que é regida por leis penais arcaicas, é vitima das brechas pelas quais transitam os inimigos da verdade, inventores de fatos, para que a justiça, quando feita, seja tardia e, por isso, ineficiente.
É preciso, sob pena de o Estado Brasileiro cair no ridículo de uma guerra intestina, que os governantes, em todos os patamares, decidam política e administrativamente, de vez, extirpar este cancro.
Necessário dizer que no Brasil os problemas se avolumam. Temos problemas em todos os setores, principalmente nos três principais, Justiça, Saúde e Educação para não falar nos demais.
Ocorre que é corrente a afirmativa de todos os setores da vida brasileira de que o Brasil cobra muitos impostos.
Será verdade?
O fato é que entra e sai governo e ele nunca faz o que deve ser feito porque o dinheiro não dá.
Assim a saúde precisa de mais dinheiro, pois falta remédio e a contratação de médicos especialistas não são feitas por causa de salários baixos oferecidos.
Na Educação faltam escolas técnicas e um melhor programa de alfabetização, porque o em andamento, infelizmente, tem criado verdadeiras aberrações, com alunos depois de 8 anos de estudo não saber exatamente o que fala e o que lê. Escrever então é uma lástima.
Na justiça a aplicação das Leis, além de serem arcaicas, esbarra na falta de mão de obra para que a mesma seja colocada à disposição da sociedade.
Junte-se a estes problemas, o fato de as cidades deste Brasil varonil se acharem com o direito de não quererem nos seus limites, Cadeias, Centros de Ressocialização ou Penitenciárias.
Assim, sem a vontade de resolver o problema prisional, vamos todos nós vendo condenados administrando seus negócios de dentro de verdadeiras fábricas de bandidos, e quando não, soltos por falta de espaço onde deveriam pagar pelos seus erros.
Falar em recuperação de marginais é o mesmo que falar de milagre.
Celas para aguardar a vez de ser encaminhado para prisões, apesar de reconhecer o esforço, é pura e simplesmente uma grande piada.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ciranda do tempo

— Ciranda cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar.
O som longínqüo da saudade chegava até os meus ouvidos. A inocência naquele tempo era uma realidade belíssima que todos nós, sem desconfiarmos do seu valor, nem ligávamos.
A saia plissada, em azul marinho, a blusa branca e o laço de fita compunha o uniforme das normalistas.
A incontestável beleza que se impunha à natureza misturava-se com o objetivo da futura professora de disseminar a cultura.
Passados tantos anos, longe das salas de aulas, reverencio as minhas professoras e os meus professores, pois sou o produto do esforço de cada um deles. Jamais poderei agradecê-los com toda a grandeza que eles merecem. Por isso, na simplicidade do meu muito obrigado, declaro-me devedor perpétuo de todos eles.
Antes disso, no entanto, moleque daqueles tempos românticos, quantas e quantas vezes eu e meus amigos de infância abusamos do não ter o que fazer para atazanar a paciência de todos que, pudessem ter em sua casa, no seu trabalho ou na sua escola, alguma coisa que nos desse a chance de nos divertirmos.
Entrarmos nos quintais que tinham pé de mamão, apanhar a fruta, comê-la sentados em volta do pequeno lago com estátuas, ao lado da igreja e jogarmos as cascas, suculentas e terrivelmente amarelas, pelas janelas, para dentro das salas de aula do Ginásio.
Claro que escolhíamos os momentos mais sublimes para cometer os nossos atos. Esperávamos o momento do ensaio do orfeão e fazíamos o bombardeio.
Era aquele alvoroço. Correndo a mais não poder, com o canto dos olhos, víamos aparecer nas janelas um monte de fitas brancas, tendo abaixo um monte de moças bonitas indignadas com a nossa má educação.
Escrevo isso e vou sentindo um frio percorrendo o meu corpo, provocando na altura da boca do estômago um mal estar indescritível.
Se pudesse voltar no tempo com a limpeza que tenho hoje, na minha cabeça, é claro, não faria aquilo. No entanto, já está feito e eu, tardiamente, imploro o perdão daquelas moças.
A culpa - acho que é mais uma desculpa - é da televisão que foi inventada tardiamente. Isso provocou em toda a molecada daquela época uma ausência de informação que nos colocavam, todos, meio perdidos no tempo. Faltou nos momentos cruciais da nossa formação um mundo de informação que, hoje, a molecada (nem sei se o nome ainda e esse) manuseia com invejável maestria.
Esses são os fatos, mas, o que realmente ficou-nos como imagens, sem precisar de retoques, belas, coloridas e amadas foram as normalistas.
Saias azul marinho, blusas e fitas brancas . . .
Dona Maria, sem casca, foi logo dizendo, isso é que é amor recolhido!
Aleixo!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Chora Viola

— Bom dia dona Maria!
— Bom dia seu Vernil! Como é, já passou a "paura" da Vacina contra a Gripe?
— Graças a Deus. Na verdade tive umas pequenas alterações, tosse e coriza, que passaram rapidamente. Acho que o medo era mais por causa de histórias de outras reações.
— Essa Vacina vai dar ao senhor imunidade contra a gripe que, com o frio que começou a fazer, vai afetar muita gente. Segundo a minha experiência, é na mudança de temperatura que a gente pega essa danada gripe.
— É verdade. Sabe Dona Maria, nesta semana recordando as modas de viola que ouvia, quando era garoto, na casa do meu tio Zé Branco. Um parente dele e, por conseqüência parente meu, chamado Zé Branco, também, vinha lá de Pirassununga e violeiro que era, juntamente com os meus primos, Rui e Lalato, faziam uma tarde inteira de cantoria de viola, até chorei de saudade.
— O Zé Branco de Pirassununga era um homem quase alto, forte e de incrível bigode preto e espesso. Seu olhar era tranqüilo e submetia-se ao desejo dos meus primos, principalmente, e de toda a vizinhança, cantando as modas da moda. A rua 13 naqueles dias ficava mais bonita e engalanava-se.
— O violeiro quando vinha para cá sempre trazia um parceiro que, por mais que me esforce, não consigo lembrar os nomes. Só sei que eram interpretações de clássicos dos sucessos da época.
— Naquele tempo, a mortadela era o produto mais badalado. Por isso, cubinhos de mortadela com limão eram servidos, acompanhados da caninha Batistella.
— Nossa seu Vernil, isso foi há quantos séculos?
— Foi no final da década de 40 e começo da década de 50, quando o Petróleo é nosso, dominava os meios de comunicação. Por isso, é que, de vez em quando, costumo sentar-me na minha sala e escutar os clássicos de viola, avivando as lembranças de um tempo que, infelizmente, não volta mais.
— Como eu sou mais nova que o senhor o meu gosto para músicas é um pouco diferente. Cresci sob o avanço do ie, ie, ie, músicas da jovem guarda.
— Eu gosto delas, também, pois nos bailes, depois do domínio dos boleros, dancei muito esses ritmos. Entretanto, dona Maria, confesso que, o que marcou mesmo a minha vida, foram as modas de viola, e em especial aquelas ouvidas na casa do tio Zé Branco, com o Zé Branco de Pirassununga cantando, as vezes acompanhado pelo Lalato e pelo Rui, que tocava um pandeiro redondo.
— Bem, homem, chega de antigamente, vamos falar do presente. O "bochicho" sobre cadeia ou não cadeia, entre as autoridades do município está ocupando a mídia.
— É verdade, dona Maria, enquanto isso o crime continua acontecendo em números inaceitáveis.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Assombrações

A aula de brinquedo transcorria normal, tranqüilamente. Os alunos eram em número de cinco. Sendo dois sobrinhos de Alice e mais três amiguinhos.
O local, um “puxadinho” de paredes e teto de zinco, muito velho. Com aparência marrom avermelhada da ferrugem que ao longo do tempo se acumulara na superfície do zinco, era um lugar de pouca iluminação, porque naquela época a companhia que fornecia energia elétrica para a cidade, não primava pela qualidade do produto que vendia e tudo na cidade vivia na penumbra.
A aula já estava pela metade, quando um barulho alto e sinistro aconteceu:
— ÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚ´.
Ao mesmo tempo uma das telhas de zinco teve um dos seus lados levantado e que desceu completando o barulho fantasmagórico:
— Plam!
Todos ficaram de cabelos em pé. Mas um dos garotos que havia levantado os olhos e tinha visto a telha bater, arregalou os olhos e ficou petrificado, sem voz, abobado.
Tia Alice, cujos cabelos ainda estavam em pé, reagiu e gritou:
— Fujam!
Ato continuo agiu e, como se fosse um polvo, agarrou as mãos das cinco crianças e saíram todos aos pulos para dentro da casa.
A mãe dos sobrinhos de tia Alice, que passava roupa, acudiu o bando desesperado, que chorava e uivava, perguntando para sua irmã:
— O que foi que aconteceu?
Tia Alice, engolindo em seco e tremendo como uma vara verde em noite de ventania demorou quase cinco minutos para poder balbuciar:
— Foi a Dama de Branco!
— Que Dama de Branco é esta? Quase gritou a irmã de Alice.
— É um fantasma que tem aparecido em vários lugares da cidade. Ela apareceu e começou a crescer e se tivesse se dobrado por cima de nós tinha nos matado a todos.
— Você tem certeza que viu o Fantasma?
— Claro que sim.
Alguém providenciou um copo com água e açúcar para acalmar o grupo e, aos poucos, já com suas cores normais de volta, começaram a confirmar o que afirmara tia Alice.
Naquela noite seis pares de olhos não conseguiram deixar que os corpinhos trêmulos tivessem um sono restaurador.
O que de fato acontecera naquela noite aos alunos de tia Alice?
Será que o zinco, personagem quase que certo em todas as histórias de fantasmas, não havia pregado uma peça em todos eles?
Aquele, úúúúúúúúúú, não teria sido o vento que com sua força acabou erguendo a telha de zinco e provocado o barulho final, Plam?
A pouca iluminação da cidade e a quase escuridão do “puxadinho” de zinco não teria influído no ânimo de todos os personagens?
Ou será que, realmente, todos haviam visto um fantasma.
Eu sei que hoje poucos casos iguais a esse acontecem, ou pelo menos não são tão comentados como antigamente.
Por isso, para fazer uma pesquisa a respeito das aparições, estou pedindo que todos os leitores que tiveram experiências do gênero, enviem suas histórias via endereço que aparece abaixo do meu nome neste artigo, pelo que agradecemos.
Eu e Dona Maria vamos analisar todos eles com muito carinho.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A Lei, ora a Lei

Se existe uma coisa no mundo que todo mundo acha um absurdo é a agressão aos fatos.
Tribunos brilhantes, moldados pela experiência de longos anos em negociações, principalmente no trato das questões políticas, costumeiramente usam deste expediente para fazer valer as suas aspirações.
Sobre este fato, surpreendentemente, assistimos na última segunda-feira, na reunião da Câmara Municipal, os vereadores agredirem o fato de que não é de competência deles legislar quando isto implica em despesas para o Governo Municipal.
A criação da casa dos Conselhos, com certeza, irá criar despesas para o Governo Municipal e, portanto, não é da competência dos vereadores criarem-na.
Mas é só autorização para que ela seja criada, parece-me que ouvi dizer.
Neste caso torna-se mais grave a atitude dos vereadores, pois o governo Municipal pode não querer ou não ter dinheiro para empregar nesta criação e eles tenham apenas gasto tempo à toa.
Isso tudo aconteceu após as comissões terem declarado anticonstitucional e, por isso, ilegal a matéria.
Mesmo assim insistiram e aprovaram a criação da Casa dos Conselhos.
Agora a Lei vai para sanção do Prefeito.
Caso ele vete a Lei ela voltará ao plenário da Câmara que votará a favor ou contra o veto e caso o veto seja derrubado, ao Prefeito Municipal só restará entrar na justiça para derrubá-la.
Pode acontecer, também, que o Prefeito não entre na Justiça e a Lei comece a vigorar. Desta maneira vigorará fora da Lei. Tanto que qualquer cidadão poderá entrar com um processo contra ela.
Vamos dizer que não exista nenhum maluco, como disseram os vereadores para entrar com processo contra ela e a Lei permaneça vigendo ao arrepio da Lei.
Explique-se uma coisa desta.
Araras, então, estará fora da Lei.
Imaginem, Araras uma cidade de primeiro mundo, parte do estado de maior importância no cenário Nacional, age fora da Lei.
Que acontecerá com cidades menos expressivas, por este Brasil afora.
É por isso mesmo que no Brasil a política e os políticos estão como estão fazendo tudo o que querem sem dar a mínima importância às Leis que eles mesmo criam.
É o fim da picada.
Não se trata de ser contra ou a favor da Criação do Conselho ou da criação de atendimento aos dislexicos e sim de fazer de maneira correta, dentro da Lei, as Leis que se destinam ao bem estar do povo.
Caso contrário isto tudo vai virar a casa da mãe Joana.
Não adianta dizer que é bom debater, também achamos, mas achamos também que se deve antes debater a constitucionalidade das leis a serem propostas para que elas fiquem dentro da Lei, pelo tempo que forem necessárias.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A ética de todos nós

O Conselho de Ética do Senado Brasileiro mandou arquivar as acusações contra o presidente da casa, o Senador José Sarney.
O fato é uma demonstração da força política do Senador Sarney coadjuvado pelo Senador Renan Calheiros.
Pior para os Senadores que fizeram as solicitações ao Conselho de Ética, sem provas, baseados apenas nos artigos de jornais.
Pior para todos nós, pois os atos que ferem a ética não poderão ser averiguados, pelo menos pelo Conselho de Ética, por que os meios estão truncados pela frágil justiça que se destina a delimitar os políticos.
No entanto, o desgaste será de grande repercussão e, segundo os analistas, provocarão uma limpeza via eleição do próximo ano.
A esperança é a última que morre.
Mas a lição principal desta crise é a de mostrar que em qualquer canto de Brasília que se jogue a tarrafa da moralidade, ela vem pesada de atos secretos, inconfessáveis.
Os acusadores de hoje têm quase 100% de possibilidade de estarem sendo acusados amanhã.
O problema é o uso e costume dos políticos brasileiros, que de ordinário, representam a média moral da nossa nação, de legislar em beneficio próprio ou da categoria.
O positivo da crise, além da lição, é a nossa esperança de que a velocidade imposta pela globalização desmascare aqueles que abusam quando investidos em cargos públicos.
Assim, apesar da possibilidade do Senador Sarney sair apenas arranhado desta embrulhada, o fato vai mostrar a ele e a todos os senhores Senadores que os tempos são chegados (os tempos da cobrança da moralidade) e os novos Senadores que substituirão, com certeza, alguns medalhões, via a eleição do próximo ano, terão o cuidado de cuidar melhor das suas atitudes em beneficio do povo, que é o grande objetivo da Democracia.
A Paz que todo o Povo Brasileiro almeja, infelizmente, em virtude do espírito dos políticos que seguem à risca a Lei de Gerson, só virá à luz, depois de crises iguais a esta que servem para mostrar a pequenez com que se pratica a Democracia no nosso País.
Não nos esqueçamos que somos todos responsáveis pelo avanço moral na política no Brasil, fazendo uso do voto de maneira cuidadosa, elegendo para os cargos públicos os que merecem a nossa confiança.