sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Insegurança e a vontade



Se fossemos responsáveis pela segurança de Araras, com certeza, já teríamos solicitado ao Governo Federal que enviasse para cá a Força Especial das Forças Armadas, que estão ajudando no policiamento do Rio de Janeiro.

Poderiam dizer os desavisados: é precipitação!

Diríamos que não.

É só ouvir o noticiário policial para que esta providência fique dentro das urgências que os administradores precisam para fazer de nossa cidade um lugar onde se possa viver em paz.

O medo é uma realidade em todos da nossa cidade.

Ninguém quer ter o dissabor de ver entrar em sua casa, alguém mascarado de revolver em punho, berrando e batendo com a coronha em sua cabeça, querendo um dinheiro que muitos de nós não temos.

Sem querer teatralizar, mas sim querendo ser fiel à realidade, lembramos que nem mesmo vereadores, em pleno pátio da Câmara Municipal, estão a salvo da ação dos bandidos.

Se fosse caso isolado, tudo bem, mas, acontece que não é caso isolado, pois temos assistido um recrudescimento dos assaltos e furtos e outros crimes na nossa cidade, e em cada um deles, apresenta-se a criatividade dos bandidos, impondo às vitimas constrangimentos difícil de aceitar.

Nesta semana mesmo, sob mira de revolver e ameaças contra a sua família, um ararense reagiu e só não foi morto graças a um milagre.

Já que vemos que os esforços das forças policiais não conseguem dar um basta neste estado de intranqüilidade, nada mais justo, então, que recorramos a outras possibilidades, para resolver o problema.

Não somos inocentes a ponto de achar que a vinda da policia especial para a nossa cidade seja possível, mas, tratamos do assunto de maneira a despertar todas as autoridades para a seriedade do assunto.

Já se passou a era dos requerimentos, das moções ou de qualquer expediente administrativo burocrático e, inclusive, as discussões estéreis, pois, hoje, mais que nunca é preciso atitudes mais contundentes, para se tentar uma solução.

Com a palavra, novamente declaramos, as autoridades administrativas e policiais de nossa cidade.

Se houver vontade objetiva deles, estaremos com meio caminho andado, para que os ararenses sintam-se mais seguros, pois, inclusive, todos pagam para que isso seja uma realidade.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

É hora de atitudes



Há uma semana o desfile na praça engalanada mostrava todo o patriotismo do povo.

Era a comemoração do 7 de setembro, dia da Independência do nosso Brasil.

Foi bonito.

Percebia-se no semblante dos estudantes e de todos que desfilavam o orgulho.

Todos os participantes fizeram da manhã do dia da Independência um momento importante, inesquecível.

Todos os corações como que por encanto, re-carregaram a pilha da cidadania. Foi um bom exemplo. O povo brasileiro encheu-se de esperança.

Nem uma semana depois, desde o centro de irradiação política que deveria ser Brasília, mais uma vez o povo foi passado para trás.

Por incrível que possa parecer, o Senador da República, Renam Calheiros, foi inocentado pelos seus colegas, em secção secreta, de ter quebrado o decoro parlamentar.

Embora pareça incrível, o resultado, parece-nos, era esperado.

Ele é carro chefe da situação, que tem maioria, lá no Senado.

Causou-nos surpresa as falas colhidas depois da votação que deu a vitória ao Senador Calheiros.

A indignação mostrada nos rostos daqueles que queriam a sua condenação, nos pareceu teatral.

Estes Senadores diziam que o Senado estava sangrando, que a crise iria continuar e o melhor seria o Senador vencedor pedir licença do seu cargo de Presidente da Casa.

Também achamos que isso seria o mínimo a ser feito para que a dignidade não sucumba de vez.

Entretanto somos forçados a lembrar a todos os Senadores que reclamaram da vitória do Senador Calheiros que:

Foram eles mesmos, que votaram contra o Senador, que juntamente com os que votaram a favor do Senador, que construíram, ao longo de várias legislaturas, as Leis, os Costumes, a Filosofia e a base para que o senado brasileiro, numa só tarde mostrasse as suas tendências pouco recomendáveis, inocentando o Senador Calheiros.

Por isso, caso estejamos enganados com relação ao teatral das reclamações, que estes mesmos Senadores coloquem mãos à obra e através de atitudes destituídas de casuísmo, mudem as regras para que quem não cumprir as Leis Brasileiras, não possa sair vitorioso na vida pública e pague pelos seus atos.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Tudo se transforma



Passamos pela vida enfrentando os mais diversos agentes destruidores.

Na verdade não conseguimos entender a razão de tantos causadores de mortes, de destruição e, por conseqüência de tanto sofrimento.

A impressão primeira é de que Deus nos abandona à nossa própria sorte.

No entanto, se analisarmos com mais cuidado chegamos à conclusão que, tudo que existe no mundo experimenta a destruição, submetendo-se à transformação, que retira de um lado a matéria e, faz nascer do outro lado uma nova matéria, diferente, mas tão real quanto à que deu origem a esta outra.

Assim é que, inclusive, o corpo humano está submetido a esta verdadeira Lei de Destruição.

Sabemos que os primeiros corpos dos homens que habitaram este planeta, eram adequados às circunstâncias do meio em que viveram. Nos primórdios eram mais brutos, realçando-se os seus músculos, estando em segundo plano o aparelho que lhe permitia o raciocínio.

Digamos, o aparelho homem estava preparado para enfrentar os desafios daqueles tempos, onde preponderava a força.

Com o passar do tempo, através de escavações, conseguimos comprovar o crescimento da caixa craniana, que abrigava um cérebro mais desenvolvido, mais adequado para cada momento da história, até os dias de hoje.

A principal criatura do mundo, então, na sua expressão física, está sujeita à destruição para se aprimorar e abrigar um espírito, também, aprimorado.

Ora, se a principal criatura esta sujeita à destruição, com certeza, também, todas as outras coisas da natureza estarão.

Os furacões, os tsunames, as enchentes, as tempestades, os raios os deslizamentos, as erupções, são acidentes que provocam alterações no meio em que o homem vive redesenhando os ambientes com traços mais à afeição para o momento da história do mundo.

Por isso, esta Lei de Destruição, apesar de todos os dissabores que causa é muito necessária, principalmente, se levarmos em consideração que, a progressão depende das transformações que ela provoca.

Nada no mundo acontece por acaso. Tudo tem uma razão para acontecer, mesmo as coisas que consideramos ruins.

Que a sorte esteja do seu lado.

sábado, 1 de setembro de 2007

Os nossos velhos instintos



A Lei de Conservação que estabelece os parâmetros das nossas reações, à medida que o progresso do mundo avança se modifica.

Assim é que os nossos instintos dos primórdios, aos poucos, deram lugar aos nossos aprendizados, que se enquadram na nova realidade de convivência dos seres humanos.

No entanto, aqui e ali, via inconsciente, que busca no baú onde são guardadas as nossas experiências vividas em todas as vidas, aparecem os resquícios de nossos instintos, que deviam estar desativados.

O ruim é que uma parte considerável da humanidade, infelizmente, não desenvolveu no consciente atual, as armas, freios, para impedir que estes momentos se transformem em momentos de pouca luz.

O supérfluo, então, em todos os sentidos, aparece tornando as nossas atitudes, no desenrolar da convivência social, em momentos, dos quais, mais tarde vamos nos arrepender.

Os abusos, em todas as suas formas, são conseqüências desses momentos de infelicidade.

Assim, a humanidade tem agredido o planeta onde vive, exaurindo a sua capacidade de renovação, gastando mais do que devia dos recursos naturais, para satisfazer os seus anseios imediatos.

Colocam abaixo a floresta, para enfeitar as suas casas, sem a preocupação de recolocar, via reflorestamento aquela árvore que hoje lhe serviu, mas que amanhã vai fazer falta a toda a humanidade.

A satisfação e os gozos que a terra proporciona ao homem, desde que sem abusos deve, porque não, ser objetivo perfeitamente legal e moral.

Ao homem é dado o direito de buscar a felicidade.

Mas, entretanto, ao homem, as Leis de Deus estabelecem deveres, que sem que sejam seguidas, o homem coloca à frente de suas atitudes o egoísmo.

Se isso prejudicasse só aqueles que assim procedem, tudo bem.

Porém, não é isso que acontece, pois suas ações influem no ambiente onde vive, e se nas suas atitudes ele não estabelecer os limites cujo parâmetro é o fazer o bem ao meio onde vive, ele, fatalmente, atenderá os seus reclamos, mas impingirá aos que convivem com ele neste mundo, duras penas.

Se pudéssemos aconselhar, diríamos que todos os homens, principalmente os que têm consciência disso, então, que busquem, nem que seja preciso levá-los às barras da Lei dos Homens, contraporem às atitudes daqueles que ainda não conseguiram pôr freios nos seus velhos instintos.

sábado, 25 de agosto de 2007

Controle da natalidade



O controle da natalidade é um assunto polêmico.

No entanto a discussão sobre o assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos que se dispõe a emitir opinião sobre ele.

Mais das vezes pessoas, casais e grupos, ao discuti-lo, colocam à frente os seus anseios, aquilo que para eles seria interessante.

Assim é que, as políticas sociais dos governos, pelo aspecto esclarecimento, deixam a desejar.

Combatem se é que podemos falar assim, os efeitos ao invés de tratar das causas.

A ligadura, vasectomia, camisinha são as brilhantes soluções apresentadas pelos governos para um problema, que resvala pela liberação sexual desregrada.

Não que estes métodos não tenham valor, mas se esquecem do valor do ser humano e da sua necessidade de contribuição para o avanço do respeito que a humanidade precisa ter com as coisas naturais.

Liberam por liberar, incentivando, via salve se quem puder o retorno aos costumes animais.

Não somos contra nada que permita ao ser humano se planejar, porém, temos a certeza que todos aqueles que usam as brilhantes soluções apresentadas pelas políticas sociais de controle da natalidade, a grande maioria, dá vazão à sexualidade desenfreada, enlameando a relação afetiva entre o homem e a mulher.

Todos têm o direito ao prazer, mas mesmo o prazer do sexo tem que estar dentro dos limites que não o transforme em “carne de vaca”, impedindo que se conheça com quem, ontem, estivemos na cama.

Por isso, a campanha para o controle da natalidade tem que vir acrescida da preocupação de informar o homem e a mulher, da necessidade de motivo relevante para o uso dos dispositivos e não, pura e simplesmente fazer a apologia do sexo inconseqüente.

Cada um com o que vai pela sua cabeça.

Cada cabeça com o que aprendeu de moral, sério e gostoso.

Controle da natalidade


O controle da natalidade é um assunto polêmico.

No entanto a discussão sobre o assunto não tem recebido a devida atenção por parte dos que se dispõe a emitir opinião sobre ele.

Mais das vezes pessoas, casais e grupos, ao discuti-lo, colocam à frente os seus anseios, aquilo que para eles seria interessante.

Assim é que, as políticas sociais dos governos, pelo aspecto esclarecimento, deixam a desejar.

Combatem se é que podemos falar assim, os efeitos ao invés de tratar das causas.

A ligadura, vasectomia, camisinha são as brilhantes soluções apresentadas pelos governos para um problema, que resvala pela liberação sexual desregrada.

Não que estes métodos não tenham valor, mas se esquecem do valor do ser humano e da sua necessidade de contribuição para o avanço do respeito que a humanidade precisa ter com as coisas naturais.

Liberam por liberar, incentivando, via salve se quem puder o retorno aos costumes animais.

Não somos contra nada que permita ao ser humano se planejar, porém, temos a certeza que todos aqueles que usam as brilhantes soluções apresentadas pelas políticas sociais de controle da natalidade, a grande maioria, dá vazão à sexualidade desenfreada, enlameando a relação afetiva entre o homem e a mulher.

Todos têm o direito ao prazer, mas mesmo o prazer do sexo tem que estar dentro dos limites que não o transforme em “carne de vaca”, impedindo que se conheça com quem, ontem, estivemos na cama.

Por isso, a campanha para o controle da natalidade tem que vir acrescida da preocupação de informar o homem e a mulher, da necessidade de motivo relevante para o uso dos dispositivos e não, pura e simplesmente fazer a apologia do sexo inconseqüente.

Cada um com o que vai pela sua cabeça.

Cada cabeça com o que aprendeu de moral, sério e gostoso.



segunda-feira, 20 de agosto de 2007

A ficção é uma realidade


A ficção, como só é acontecer sempre, vira realidade.

A vez agora é da pulseira ou tornozeleira que permite o monitoramento eletrônico dos presos.

Com isso, segundo a opinião de muitos, vai diminuir a população carcerária.

Pode ser.

No entanto, o beneficio desta verdadeira coleira deverá ser muito mais profunda que apenas essa possibilidade.

Os condenados à cadeia, enquanto durar o prazo de detenção, seja lá quais sejam os crimes praticados, não terão direito a – entre aspas – esta benfeitoria.

Terão direito a isto, os presos que passam a cumprir prisão vigiada. Aqueles que trabalham durante o dia e à noite são obrigados a dormir na cadeia.

Outros que deverão usar esta grande sacada da autoridade policial, são aqueles que passam a ter prisão domiciliar ou até aqueles que estão em liberdade condicional.

A grande vantagem é que o apetrecho, permite que o condenado em liberdade vigiada possa usá-lo sem que ele seja percebido pelas pessoas, pois que na sua versão tornozeleira ficará escondido pela perna da calça do individuo.

A localização, basicamente, é feita via satélite, e tem a sua eficácia mais que provada e já usada, por exemplo, na localização de automóveis roubados.

Mas, segundo a nossa opinião, aqueles acusados que respondem pelos seus atos em liberdade, deveriam ser obrigados a usar este dispositivo de localização.

Pelo menos assim muitos acusados não pegariam aviões que os levariam a responder pelos seus atos de uma praia lá pelas bandas do Caribe.

Sem sombra de dúvida, qualquer que seja a sua utilização é um avanço da justiça em direção a coibir crimes.

Por isso, a discussão entre advogados com uns a favor e outros contra, não tem a sua razão de ser, pois já é hora de começarmos a fazer com que o avanço científico ajude no combate à criminalidade.

Acreditamos que isso é um começo de uma reação da sociedade, via justiça, em direção ao endurecimento no trato com os bandidos que hoje fazem tudo como bem querem, infernizando a vida da população.